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sábado, 31 de outubro de 2015

Proibido


Livro:Proibido
Autor:Tabitha Suzuma
Editora Valentina
304 páginas
3 estrelas meio apagadinhas

Li algumas resenhas sobre esse livro e tive a impressão de que não era mesmo que li.
Li muito sobre a reflexão que ele levou as pessoas a fazerem. Fala sério! Reflexão? Não vi nada para refletir, mas me coloquei como simples observadora, não criei vínculos com os personagens, no sentido de ter esperança ou torcer por eles, senti sim, uma certa pena e reconheci logo de cara o ambiente e mente doentia deles, desde a mãe até os filhos.
Parece que estou sendo dura né? Pois é, estou.
A autora escreve bem e tentou florear com palavras, romantizando o que não tem jeito. Quanto a isso fiquei meio irritada com ela, tentando manipular com palavras uma nova ideia, digamos que inconcebível. Ponto para ela, cumpriu seu papel de escritora!
Não acho que não aconteça de verdade, sou grandinha o bastante para saber que nesse mundo tem de tudo! O que não quer dizer que tenha que aceitar, nem romantizando desce!
O livro é de certa forma complicado, tanto que o final que a autora dá ao livro ficou claro que ela não sabia o que fazer e por isso fez o que fez (Ahhhh tem que ler pra saber!!! Hehehhehe).

Não é um livro ruim, o assunto sim, mas quem escreve nem sempre navega por águas calmas. Parabéns a autora que não teve medo de se jogar ao mar.


Sinopse:

"Ela é doce, sensível e extremamente sofrida: tem dezesseis anos, mas a maturidade de uma mulher marcada pelas provações e privações da pobreza, o pulso forte e a têmpera de quem cria os irmãos menores como filhos há anos, e só uma pessoa conhece a mágoa e a abnegação que se escondem por trás de seus tristes olhos azuis.
Ele é brilhante, generoso e altamente responsável: tem dezessete anos, mas a fibra e o senso de dever de um pai de família, lutando contra tudo e contra todos para mantê-la unida, e só uma pessoa conhece a grandeza e a força de caráter que se escondem por trás daqueles intensos olhos verdes.
Eles são irmão e irmã.
Com extrema sutileza psicológica e sensibilidade poética, cenas de inesquecível beleza visual e diálogos de porte dramatúrgico, Suzuma tece uma tapeçaria visceralmente humana, fazendo pouco a pouco aflorar dos fios simples do quotidiano um assombroso mito eterno em toda a sua riqueza, mistério e profundidade."