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quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Infinito + Um

Livro: Infinito + Um
Autor: Amy Harmon
Editora: Verus
336 páginas
3 estrelas

Sinopse:
Bonnie Rae Shelby é uma estrela da música. Ela é rica, linda e incrivelmente famosa. E quer morrer.

Finn Clyde é um zé-ninguém. Ele é sensível, brilhante e absurdamente cínico. E tudo o que ele quer é uma chance na vida.
Estranhas circunstâncias juntam o garoto que quer esquecer o passado e a garota que não consegue enfrentar o futuro. Tendo o mundo contra eles, esses dois jovens, tão diferentes um do outro, embarcam numa viagem alucinante que não só vai mudar a vida de ambos, como pode até lhes custar a vida.
Infinito + um é uma história sobre fama e fortuna, sobre privilégios e injustiças, sobre encontrar um amigo por trás da máscara de um estranho — e sobre descobrir o amor nos lugares mais inusitados.


Do jeito que prefiro, descobri a pouco tempo, narrado na primeira pessoa, pela Bonnie, mas também para minha surpresa, na terceira pessoa. Interessante como a autora usou a terceira para nos falar sobre Clyde. Pois é, reparou né? Bonnie & Clyde.
A história começa com um drama meio tenso. Amy Harmon foi experta e esperta, no início. Depois desse início a história começa se desenrolar de forma tranquila e envolvente. Apesar de ter uns momentos massantes, coisas para encher página e que não acrescenta nada, mas deixei passar.
Bonnie e Clyde não têm absolutamente nada em comum, ela inclusive parece meio “desnorteada”, o que vem na cabeça fala, não tem um filtro, o que pode ser constrangedor algumas vezes e nos faz rir. É gostoso o momento em que os dois vão se abrindo, se entregando as semelhanças que vão surgindo no meio das diferenças entre eles; o que parecia ser “diferença”, só cobria as semelhanças.
São dois jovens que conheceram, sendo que ela está fugindo de algumas coisas e ele a procura de outras, simples até, mas a mídia faz uma “bagunça distorcida” que vai complicando a vida dos dois. O que fazem com Clyde é de cortar o coração.
Kurt Cobain
O que eu não gostei mesmo foi o tal do “amor” com uma semana depois de se conhecerem, atração tudo bem, afinal Clyde é parecido com Kurt Cobain, que para meu gosto, era lindo (ulalá!). Até a velha aqui se sentiria atraída por ele, bem, pensando bem, em um dia só eu já estaria apaixonada hehehehehe… então, esquece o que eu disse!
Uma história bonitinha para distrair, nada profundo, nem emocionante demais. Mas uma distração gostosinha. Um livro para meninas românticas.
Bjoo