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domingo, 8 de maio de 2016

Entre o Amor e o Silêncio

Livro: Entre o Amor e o Silêncio
Autor: Babi A. Sette
528 páginas
3 estrelas

Sinopse:
Francesca Wiggs sofreu uma grande decepção amorosa e, desde então, está decidida a não se relacionar mais. Além de se dedicar a escrever o seu livro, ela resolve preencher os dias com um trabalho voluntário – a leitura para pacientes em coma proporcionaria para ela a distância para problemas com o coração. No entanto, um grande imprevisto ocorre quando ela passa a se sentir atraída pelo paciente. Mitchell, descrito como um poderoso magnata, seria a antítese de tudo o que ela busca em um homem... se não estivesse em coma. Precisar de alguém inconsciente seria um absurdo, não seria? Amar uma pessoa que nunca responde parece loucura! Francesca já havia entendido e sentia-se quase segura diante disso. Mas, e se Mitchell acordasse? A aproximação desses personagens tão diferentes revela um romance encantador e divertido, repleto de reviravoltas. Entre a vida e a morte, a ilusão e a realidade, o amor pode ser realmente o milagre que faz tudo mudar?


Bem, o que vou falar não é spoiler, inclusive está na sinopse.
Narrado na terceira pessoa, com uma escrita chata, cheia de coisas que não faz a menor diferença, assim é o início do livro (e depois também). Mas não deve ser culpa do livro, estou em uma ressaca literária de dar dó. Pois bem, vamos lá! Francesca uma azarada no amor se voluntária para ler para pacientes em coma.
Vamos fazer uma pausa para reflexão: mas que bosta é essa? (essa não é a reflexão ainda). Quem na fossa vai ler para paciente em coma???? Quem?? (Reflita, esse é o momento) Ahhh tá de sacanagem comigo, perdão pelo palavriado, mas tem que ter paciência! Ahhh estava esquecendo, o que ela está lendo para ele é tão chato que acredito que se fosse verdade ele morreria! Ou despertaria de vez para pedir para ela calar a boca. Hehehehehe
Peço desculpas, estou fora de mim. Vou me controlar. Estou fazendo meus comentários enquanto leio, então eu venho aqui no calor do momento, e, pelo que vejo isso não vai dar certo.
Outra coisa, o tal paciente em coma é um lindão, gostoso, sarado e “megatrilhonário”, arrogante e antipático, mas está em coma, então é um alívio para mim! Ah é falei que iria me controlar, desculpa. Lógico que a besta se apaixonaria por ele. Até eu! Vou tentar de novo.
Sem brincadeira, Francie é muito chata, mas ela cuidou do Mitchell quando ele ainda estava em coma, o que aconteceu com ela depois foi maldade, não, foi “maudade”. Coitada, ela ficou piradinha, sério, tarja preta.
Acho bonitinho que ela tem um amigo, o Tom, que cuida dela com muito carinho e a Lilly que é companheira. Ah tem a enfermeira Nany, que é um amorzinho. (viu, acalmei).
Babi A. Sette é muito prolixa, divaga legal. Assim a leitura se arrasta e fica cansativa com tanta divagação inútil brrrr (pronto, já estou me alterando de novo!). No meio de tanta palavra tem uma história bonitinha do amor da avó de Francie por ela.
(Eu dormi e acordei, agora vou continuar a leitura e os comentários. Sinto-me mais calma hoje.)
Caraca, agora na metade do livro que a coisa parece que vai melhorar. Francie sem perceber está mudando o jogo, deixou o cara furioso! O Don Juan foi abandonado, “nunca na história desse país isso tinha acontecido!” hehehehehe… Mas ele consegue o coração da mocinha de novo. E no meio de todo bla bla bla da autora ele se revela um romântico maravilhoso.
Mas… pois é, sempre o mas… mas o cara é cheio da grana e um palhaço ousou atrapalhar sua felicidade. Humm... lógico, claro, óbvio que com a grana toda que ele tem, ninguém tira farinha com ele, ele faz farinha dos ousados.
E tem uns altos e baixos no relacionamento do casal, porque o lindão, gostoso, sarado e “megatrilhonário”, mas já não tanto mais arrogante e antipático, nunca amou ninguém e não está sabendo como agir direito.
No final tem um pouco de tensão, mas termina muito bonito.
É um livro com 528 páginas, mas daria para ser 190 e ficaria muito melhor. Li arrastada, estou com os joelhos ralados.
No meio de tanta palavra e bla bla bla tem uma história bonita. Talvez eu tenha pego esse livro para ler no dia errado.
É isso.
Bjoo