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domingo, 15 de maio de 2016

Meu Querido Meio-Irmão

Livro: Meu Querido Meio-Irmão
Autor: Penelope Ward
Editora Pandorga
264 páginas
2 estrelas

Sinopse:
Não é normal desejarmos alguém que nos atormenta. Quando meu meio-irmão, Elec, se mudou para nossa casa, eu não estava preparada para lidar com um cara tão idiota. Odiei o fato de ele ter descontado sua raiva em mim porque não queria estar aqui. Odiei ele ter trazido garotas da escola para seu quarto. Mas o que mais odiei foi o modo indesejável que meu corpo reagia a ele. 
A princípio, pensei que tudo o que ele tinha a seu favor era o corpo musculoso e tatuado e o rosto perfeito. Mas as coisas começaram a mudar entre nós, e tudo teve um desfecho em uma noite inesquecível. No entanto, do mesmo modo que Elec entrou na minha vida, logo voltou para a Califórnia. Passaram-se anos desde a última vez que o vi. Quando a tragédia atingiu nossa família, tive que encará-lo novamente. E, diabos, o adolescente que me deixou louca se tornou o homem que destruiu o resto de sanidade que havia em mim. Senti que meu coração estava prestes a ser partido. De novo.





Elec, filho do padrasto de Greta, ele é um bad boy junto com um bocado de falta de educação que veio morar na casa dela. Greta é a menina virgem boazinha (afff!). Se fosse aqui no Brasil, não tem nada de meio irmão. Isso é coisa de americano.
Elec é o diabo, não tem como não se irritar e não gostar dele hehehe… Por um período ele se acalma e fica bonzinho(humm). Tem uma noite despedida com a Greta para virgem nenhuma botar defeito e nem caminhar na manhã seguinte, ops, desculpe o comentário desnecessário, esqueçam o que disse. Bem, até aqui eles tinham 18 anos, mas Elec (e isso é nome de homem?) teve que ir embora. 7 anos depois ele volta com namorada a tira colo e mal educado e grosso como antes.
Esse é o básico, depois vem o lenga-lenga da reconquista, mas o livro é bobo, é para adolescente. A narração é bem fraquinha, talvez seja com o propósito de só alcançar adolescentes mesmo, sei lá. Os argumentos que sustentam a história, bem, não sustentam, são fracos.
Quem quiser arriscar… eu não tenho nada com isso!
Beijo