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sábado, 10 de setembro de 2016

Whitney, meu amor


Livro: Whitney, meu amor - Westmoreland # 2
Autor: Judith McNaught
507 páginas
5 estrelas


Sinopse:
Criada por um pai severo e frio, a encantadora e impetuosa Whitney não tem medo de dizer o que pensa. Por conta de seu comportamento inapropriado para uma moça da sociedade inglesa do século XIX, Whitney é forçada a mudar-se para a casa da tia em Paris, onde recebe aulas para se tornar uma mulher sofisticada. Quando retorna à Inglaterra, está mudada, mas ainda deseja conquistar o belo Paul, seu primeiro amor. Mas há alguém que parece disposto a destruir sua felicidade: trata-se de Clayton Westmoreland, um poderoso duque, que está decidido a cativar Whitney a qualquer preço.
Publicado em 1985, Whitney, meu amor é o primeiro romance de Judith McNaught, e foi responsável por consagrá-la como uma das escritoras mais populares dos Estados Unidos




Vou começar com a carta do pai de Whitney a seus tios:
...
Os modos de Whitney são ultrajantes, sua conduta deixa muito a desejar. Ela é estouvada e voluntariosa, para desespero de todos os que a conhecem e para meu profundo constrangimento. Imploro-lhes que a levem a Paris e espero que tenham o sucesso que não tive, na tentativa de educar tão teimosa criatura...


Como deu para notar Whitney não é uma menina muito fácil de lhe dar. E para piorar ela corre atrás de Paul Sevarin descaradamente e ele não tem o mínimo interesse nela. Uma menina não muito feminina, mas a frente de seu tempo e inteligente. Só que seu pai não sabe o que fazer com ela e a manda para França para morar com seus tios, os Giberts.
Na França ela ficou até completar 19 anos e foi aprendendo a ser gente. E lá ela também “desabrochou”, se transformou em uma linda mulher. Cheia de pretendentes, inclusive com alguns pedidos de casamento, mas não aceitou nenhum, pois ela só queria o Paul. Nicholas Du Ville também se encantou por ela e eram muito amigos, mas ele pretendia pedi-la em casamento.
Em um baile de máscara um homem todo vestido de preto dança com ela e de certa forma a assusta depois de uma conversa no jardim. Esse homem é o duque Clayton, mais libertino não poderia ser. Só que se encantou por ela e a quer (ui!).
Sério, esse duque a princípio é assustador. Ele usa seu dinheiro para cercá-la de todo jeito. Ele faz com ela volte para Inglaterra e aluga uma casa perto da dela com intenção de conquistá-la, só que ela o odeia. Até eu odeio. Ele é arrogante, prepotente, diria até que pelas coisas que faz, dá medo.
Pequena, por que me odeia? — ele perguntou suavemente.
Porque há algo em você que faz com que eu me comporte como uma lunática delirante.

E de volta a Inglaterra o duque a persegue e ela continua a perseguir Paul, que se rende a ela. Só que Whitney ora beija Clayton, ora beija Paul. Nessa brincadeira ela opta por Paul e faz pressão, e ele a pede em casamento. Tudo o que ela queria. Só que ela não sabe que já está noiva de Clayton a meses. E a gente ri da situação, pois Whitney está pensando em como será quando casar com Paul e Clayton está pensando em como será quando casar com Whitney.
Whitney está determinada a casar com Paul. Inclusive quer fugir com ele. Humm com perdão da palavra Paul é um “bundão”, só queria o dote que ela não tem. E devido a uma série de situações mescladas com uma excelente vila fofoqueira, a vida de Whitney e Clayton vira do avesso. Clayton faz uma coisa horrível com Whitney, quase impossível de acreditar. Fiquei de queixo caído, a única coisa que pensei foi: - Judith McNaught estava bêbada quando escreveu isso! É tenso.
Aí meu amigo, o que estava ruim piora, e muito, até o contrato de casamento é desfeito e os dois estão acabados, acabados. E ainda tem mais mal entendidos, tristezas… que desespero ler esse livro!! Fiquei tremendo, juro. Chega em uma certa altura do livro que a gente fica nervosa, o coração acelera, uma loucura!!
Lindo, as tradições dos Westmoreland, que foram os acontecimentos do primeiro livro (que na verdade não foi primeiro, esse foi o primeiro livro escrito por dela).
Muito bem, senta aí e se prepara, eu não estava preparada: Pois é, depois de muita coisa eles se casam e está tudo as mil maravilhas, coraçõezinhos flutuantes, pestanas piscantes, suspiros… droga, não pode nada ficar bem, e o livro está no final, não há tempo para mais nada, essa autora está me matando!!
Por um mal entendido tudo vira do avesso de novo! Meu Deus!! Clayton é ciumento demais, ele perde a noção e fica doidão, paranoico de dar medo! Quase que estraga tudo e sem brincadeira, Whitney é quase uma santa.
Nesse livro bem no final ela dá uma ênfase em Stephen, irmão de Clayton, uma deixa para o próximo livro.
É um livro cheio de emoção, sentimento, mal entendidos, reviravoltas e muita vontade de apertar o pescoço da autora. Uma delícia de ser ler. Amei o final, amei o livro. Recomendo.
E isso.
Bjoo.